Escolham hoje a quem irão servir… Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.”
(Josué 24:15)
Casamentos raramente terminam por falta de amor.
Muitas vezes, enfraquecem por falta de decisão.
Sentimentos mudam.
Circunstâncias pressionam.
Dias bons e dias difíceis se alternam.
Mas a aliança não é sustentada pelo que se sente.
É sustentada pelo que se escolhe.
Escolher permanecer quando seria mais fácil se afastar.
Escolher ouvir quando o orgulho quer responder.
Escolher amadurecer antes de acusar.
Esperar que o outro mude pode parecer justo.
Mas a transformação quase sempre começa quando alguém decide assumir responsabilidade.
Não é sobre descobrir quem errou mais.
É sobre perguntar: qual é a minha postura agora?
Relacionamentos não se restauram apenas com boas conversas.
Eles se fortalecem com atitudes consistentes.
Postura de serviço.
Postura de humildade.
Postura de proteção da aliança acima do próprio ego.
Tentar sustentar tudo sozinho não é força.
É desgaste.
Há feridas que precisam ser tratadas.
Há padrões que precisam ser interrompidos.
Há decisões que precisam ser tomadas.
Porque casamento não é construído sobre emoção constante.
É construído sobre compromisso diário.
E toda vez que alguém decide servir, perdoar e permanecer,
a aliança ganha fôlego novamente.
A pergunta não é se o amor ainda existe.
A pergunta é: você está disposto a sustentá-lo com decisões?
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